A distância das palavras aos atos

Que o Senhor ateie ou reavive em nós o seu fogo, para podermos resistir às tentações do desânimo, do voltar as costas a Deus, do ‘deixar correr’, do ‘não vale a pena’, pois só esse fogo poderá reduzir a cinzas as nossas tendências para a instalação e o comodismo, o poder e o mandar, e levar-nos a retomar a condição de discípulos, de seguidores dos passos de Jesus, sem nos conformarmos com este mundo. Para isso, invoquemos muitas vezes: Vinde, Espírito Santo, e renovai em nós o fogo do Vosso amor!

Católicos, mesmo?

oh.Como seria belo que todos nós, católicos, aparecêssemos nesta nossa sociedade, cada vez mais dividida e clubista, como agentes da verdadeira globalização e não nos deixássemos enredar por preconceitos e por interesses rasteiros e mesquinhos, que só nos enriquecem em ódios, ressentimentos e divisões, mas que em nada contribuem para nos tornarmos mais próximos uns dos outros e concidadãos da mesma ‘aldeia global’!