Esperança cristã precisa-se!

É este “o tempo em que estamos”, é este o nosso tempo! Por isso, seria bom que não só nos desejemos mutuamente um santo Advento, mas, agarrando o bastão de caminheiros e pondo-nos decididamente a caminho ao encontro d’Aquele que veio montar a sua tenda no acampamento dos homens, trilhemos caminhos novos, isto é, “andemos dignamente, como em pleno dia, evitando comezainas e excessos de bebidas, devassidões e libertinagens, discórdias e ciúmes”, anunciando assim o tempo novo da salvação!

Fé de ressurreição

Na recitação do Credo, afirmamos: “espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir”. Mas será que vivemos para a ressurreição? Será que já vamos trilhando caminhos de ressurreição, pautando por ela as nossas atitudes, palavras, valores e comportamentos, ou deixamos isso para o fim da vida, vivendo na prática como se não houvesse ressurreição? Em que medida é que os ‘Novíssimos’ já condicionam e influenciam a nossa vida no seu dia-a-dia?

A força de um olhar

É o episódio de Zaqueu que, neste domingo, concentra a nossa atenção. Na verdade, só Jesus reparou naquele homenzinho, empoleirado numa árvore no meio da garotada lá da terra. E se mais alguém o viu, nem um sorriso irónico lhe mereceu tão estranho comportamento, dado que se tratava de alguém conhecido pela sua profissão de chefe de cobradores de impostos e, por isso mesmo, desprezado.

O hipermercado da fé

27º Domingo do Tempo Comum. Como resposta à súplica fundamental deste dia – “Senhor, aumenta a nossa fé!” – todos gostaríamos que houvesse um armazém da fé, ou, antes, um hipermercado, onde ela estivesse ao dispor dos clientes em doses variadas, com embalagens para todos os gostos e, até, de diversas qualidades, para ser acessível a todas as bolsas. Melhor ainda, onde houvesse uma poção mágica que pronta e eficazmente produzisse esse efeito!