Carlos de Foucauld, Irmão Universal

A Praça de S. Pedro foi pequena demais para tão grande multidão.  Ali se escutavam muitas línguas, faladas ou cantadas, ao ritmo de danças e baloiçar de bandeiras. Neste 15 de maio, o Papa Francisco canonizou Carlos de Foucauld, Maria Rivier (Fundadora das Irmãs da Apresentação de Maria), Titus Brandsma (Carmelita, morto pelos nazis em Dachau), Maria de Jesus Santocanale, M. Domenica Mantovani, M. Francisca de Jesus, Justino Russolillo, Luigi Palazzolo, César de Bus e o leigo indiano Lázaro Devasahayam… ao todo, dez testemunhas ousadas do Evangelho. O mais conhecido é Carlos de Foucauld, o santo do deserto, o irmão universal.

Segue-me!

3º domingo do tempo pascal O texto evangélico deste domingo serve maravilhosamente não só para introduzir a semana de oração pelas vocações, que hoje se inicia, mas também para nos acompanhar ao longo dela na nossa reflexão, na nossa oração e na renovação do nosso compromisso. Com efeito, na Igreja, para além das vocações específicas…

Dar voz ao silêncio

Por iniciativa da Conferência Episcopal Portuguesa, foi criada uma comissão independente para o estudo dos casos de abusos de menores cometidos por membros da Igreja Católica desde 1950. É um trabalho importantíssimo para o esclarecimento da verdade, reposição da justiça e sobretudo defesa e salvaguarda das vítimas. Encorajamos a colaboração de todos com o trabalho…

A missão e a misericórdia no coração da Ressurreição

Esta é a ‘marca’ do amor de Deus, bem patente na condescendência de Jesus em satisfazer as exigências de Tomé: meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no lado para acreditar. Mas não foi só por causa de Tomé que Jesus acedeu a esta exigência: Ele quis mostrar à Humanidade inteira que, pelas chagas das mãos e do lado, brotam abundantes as águas da misericórdia divina!

Ação Missionária – Abril 2022

Em plena Quaresma, o mundo assiste ao êxodo massivo, sobretudo de mulheres e crianças, que fogem dos horrores da guerra na Urcânia. No meio deste deserto humano tão gelado, assistimos, um pouco por todo o lado, a uma verdadeira “frente de batalha solidária” que contrasta com o sem-sentido desta guerra (e de qualquer uma das outras que hoje assolam a humanidade). Nesta edição viajámos até à Polónia, onde os espiritanos acabaram de completar cem anos de presença. Tendo vivido, na sua história, os dramas da guerra e da opressão de um regime autocrático, são agora desafiados a abrir as portas e o coração a uma enorme vaga de refugiados.