Geração ‘Laudato Si’

É a nossa, tem que ser a nossa! A Mãe Terra está a gritar por socorro, mas quem vai pagar a factura dos atentados ecológicos somos nós, as gerações que hoje vivem sobre a face da Terra. E muitos de nós, cidadãos deste mundo, continuamos a dormir, a olhar para o lado como se nada se passasse, ou pior, como se nada fosse connosco!

Novena de Poullart des Places 2019

A 2 de outubro, a família espiritana celebra a festa do seu primeiro fundador. De 23 de Setembro a 1 Outubro somos convidados a uma novena de preparação, para rezar e reflectir a partir da vida e intuições do nosso fundador, procurando reavivar em nós e dar a conhecer aos outros o nosso carisma.

Neste ano de 2019, os textos foram preparados por uma casa de formação espiritana em Ngoya, nos Camarões, parte da União de Circunscrições Espiritanas na África Central.

Amazónia, um pulmão a proteger

Nestes últimos tempos a Amazónia esteve no centro das atenções do mundo inteiro e não foi por boas razões. A preservação deste que é considerado um pulmão imprescindível para o mundo garantir a sua respiração presente e futura foi posta em causa com a divulgação de imagens reveladoras de um aumento anormal do fenómeno das queimadas e do desmatamento. Diga-se de passagem que houve também muito empolamento e aproveitamento político, a par de alguma desinformação, o que só serviu para complicar a procura de uma solução política que seja sustentável a longo prazo.

Padrões de vida

Os textos hoje escutados põem em confronto dois padrões de vida: um, habitualmente designado de ‘capitalista’, no qual o cilindro da ambição esmaga tudo e todos, sacrificando no altar do lucro pessoas, valores, religião, lazer e cultura. É o que o profeta Amós denuncia de forma frontal e vigorosa na primeira leitura, e que Jesus, no Evangelho, personifica na imagem do administrador infiel e desonesto, para quem todos os meios para garantir um futuro tranquilo são válidos.

O caderno de encargos

Vamos dar início a novo ano apostólico, que pode e deve ser para cada um de nós a oportunidade para fortalecermos e levantarmos um pouco mais a ‘torre’ da nossa eternidade. Mas não tenhamos ilusões: só aceitando a radicalidade da proposta de Cristo é que estaremos em condições de dar este salto em frente; doutra forma, será sempre “mais do mesmo” e não esqueçamos que não é com fogo de vistas e com entusiasmos momentâneos que se constrói seja o que for, muito menos uma torre!