Alegres na Esperança

150 anos de Missão em Portugal

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Dizer ‘sim’ à missão no voluntariado

Caminhada da Rita Coelho, de missão em missão, até ao Voluntariado Missionário

A coragem do diálogo

Na Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho”, o Papa Francisco aponta a tristeza individualista como o grande risco do mundo atual. Por isso, para vencer o individualismo estéril, cada página nos convida à saída e ao encontro fecundo.

Peregrinação a Fátima da Família Espiritana

Parábolas da outra margem

O P. Adélio Torres Neiva (1932-2010), da Academia Portuguesa de História, foi um perito em Missão e um nato contador de histórias. Para tudo é preciso ter jeito e o P. Torres Neiva era um especialista na arte de dizer coisas muito sérias pondo toda a gente a rir.

Missionários do Espírito Santo: 150 anos em Portugal

Uma história que vale a pena recordar, para vivermos com mais paixão o presente e olhar com mais esperança o futuro.

A nossa missão é sempre a da Congregação, desde o momento em que foi reconhecida como tal, mediante o discernimento e a obediência, conforme a Regra de Vida Espiritana. Seja qual for o nosso tipo de apostolado, como sacerdote ou como irmão, procuramos ser testemunhas do Reino de justiça e paz, vivendo nas nossas comunidades uma autêntica caridade, feita de compreensão e de perdão mútuo, de partilha e de hospitalidade, sem qualquer forma de discriminação.

RVE, n º 22 & 24

Aniversários Espiritanos

1980: Portugal
Faleceu na Torre d’Aguilha D. Moisés Alves de Pinho, arcebispo emérito de Luanda. Foi o grande restaurador da Província Portuguesa até que a Santa Sé, em 1932, o veio chamar par Bispo de Angola e Congo, onde exerceu uma actividade decisiva de renovação.
1980: Canadá
Abertura do noviciado internacional de Farham.
1987: Porto Rico
Luís Aponte, arcebispo de S. João, P.R., preside à missa em que o primeiro grupo da Fundação foi enviado para a missão no Brasil.
1989: Fundação da África Central
Até 01 de Julho : em Libreville, primeira assembleia geral da FAC. A FAC não depende mais dos superiores de distritos e tem a sua própria autonomia